Resenha filme: A mão que balança o berço – Curtis Hanson

A Mão que Balança o Berço é um típico thriller da década de 90. É um filme cuja narrativa e estética tornaram-se um pouco datadas, porém tem algumas questões interessantes. Além disso, o filme é bem legal para entretenimento.

O casal Claire e Michel, sua filha e o bebê formam a típica família doriana, tudo lindo e maravilhoso: Uma casa magnífica, uma filha bonita, ambos são profissionais felizes e com amigos bem-sucedidos.

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O casal entrevista Solomon, que será responsável por construir a estufa de Claire. Ele ser tornará amigo da família e será uma personagem importante no desenrolar da trama.

Até que ocorre uma quebra nessa felicidade, quando Claire, que está gestante, é abusada sexualmente pelo ginecologista.

Um tema interessante, se levarmos em consideração, que até hoje muitas mulheres tem problemas em denunciar esse tipo de violência.

Claire resolve denunciar e várias mulheres tomam coragem e fazem o mesmo. O médico acaba se suicidando.

Ninguém sabe que o ginecologista tinha uma esposa – Peyton, que também estava grávida. Ela perde o bebê e resolve vingar-se de Claire.

Peyton candidata-se para a vaga de babá, para cuidar do bebê do casal. Ela é contratada sem apresentar nenhuma referência, é bem inverossímel.

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Rebecca de Mornay, como Peyton/Sra. Mott. A vilã confere suspense ao filme. As cenas normalmente são claras e nítidas.

Dentro da casa, Peyton apresenta-se como uma santa, enquanto arquiteta seu plano de destruição.

Uma cena bem feita, é quando ela pega um travesseiro e parece, que vai matar o bebê e mostra seus seios para amamentá-lo.

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Essa cena é uma das mais bem feitas.

A babá começa a ganhar confiança também da filha do casal, brigando com um menino que fazia bulliyng.

As personagens femininas são muito esteriotipadas. Claire é uma sonsa, que vê o mundo cor-de-rosa e tenta ser uma mãe e esposa perfeitas. Enquanto, Peyton é uma loura linda e sexualmente predatória.

Ambas não tem nenhuma profundidade psicológica, são movidas por amor à família e vingança, no caso da babá.

A trilha sonora e a filmagem é bem tradicional para um thriller psicológico.

Se você ainda não assistiu pode ser uma experiência interessante, observar os aspectos culturais postos na década de 90. E é claro, você se divertirá também!

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8 comentários sobre “Resenha filme: A mão que balança o berço – Curtis Hanson

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