Resenha filme: Zelig – Woody Allen

Zelig (1983) tem a forma de documentário, um gênero chamado mockmentary ou pseudo documentário; narra a vida do personagem fictício Leonard Zelig (Woody Allen), um homem da década de 20, conhecido mundialmente por sua capacidade de adaptação e transformação. Quando Zelig convivia com chineses adquiria feições orientais, perto de negros se tornava negro, próximo a…

Resenha filme: Desobediência – Sebástian Lelio

Desobediência é uma adaptação do livro homônimo de Naomi Alderman. A protagonista é a jovem Ronit, interpretada por Rachel Weisz, que retorna à comunidade judaica ortodoxa de onde saiu para viver uma vida bem diferente em Nova York. Ronit recebe uma ligação inesperada, avisando que seu pai – rabino Krushka falecera. Ela volta à comunidade…

Resenha filme: Sob a pele do lobo – Samu Fuentes

“A agressividade não foi criada pela propriedade. Reinou quase sem limites nos tempos primitivos, quando a propriedade era muito escassa…” Freud, O Mal-Estar na Civilização.  Segundo Freud, as ilusões derivam dos desejos humanos. O ser humano tem o desejo de viver em um paraíso, vendo que isso é impossível em nossa sociedade, muitos passaram a…

Resenha filme: O caderno de Sara – Noberto López Amado

O caderno de Sara é uma história verídica, baseada no livro homônimo, que narra a história de Laura, uma mulher desesperada em busca de sua irmã desaparecida na selva do Congo. Todo o enredo se passa em território congolês. Lembramos que a África é um continente diverso e complexo. A narrativa é somente um recorte…

Resenha filme: A Outra – Justin Chadwick

“Confie em Deus, e mantenha seca a sua pólvora.”  Oliver Cromwell A Outra é um filme histórico, que retrata a trajetória das irmãs Bolena e seus respectivos relacionamentos com o rei Henrique VIII. Henrique VIII pertencia a dinastia dos Tudors e era casado com a princesa espanhola Catarina de Aragão. O casal teve somente uma filha…

Resenha livro: Lucíola – José de Alencar

Lucíola é quarto romance de José de Alencar, foi publicado em 1862. O livro é narrado em primeira pessoa, pelo personagem-narrador Paulo: Um rapaz ingênuo, natural de Olinda e pouco habituado aos códigos sociais do Rio de Janeiro, para onde se muda. O romance é epistolar, ou seja, o protagonista escreve cartas à uma senhora…